Com apenas 2 anos, criança precisa de doador de medula e família mobiliza campanha no interior de SP

05/02/2026 07h24 Diagnosticado com leucemia mieloide aguda, Lucas Silva Caetano aguarda transplante de medula óssea e pais pedem ajuda da população após sessões de quimioterapia não atingirem resultado esperado.
Por: g1, Presidente Prudente - SP
Com apenas 2 anos, criança precisa de doador de medula e família mobiliza campanha no interior de SP Com apenas 2 anos, criança precisa de doador de medula e família mobiliza campanha no interior de SP — Foto: Heliard Caetano/Arquivo Pessoal

Nesta quarta-feira (4), Dia Mundial do Câncer, a história do pequeno Lucas Silva Caetano, de apenas 2 anos, mobiliza as redes sociais em uma corrente de solidariedade em Presidente Prudente (SP).

Desde outubro de 2025, Lucas está em tratamento contra a leucemia mieloide aguda, uma condição considerada grave.

Ao g1, o pai, Heliard Rodrigues do Santos Caetano, as sessões de quimioterapia não apresentaram o resultado esperado, o que levou a equipe médica a indicar o transplante de medula óssea como alternativa para a cura.

"Foram feitas sessões de quimioterapia, mas o tratamento não obteve o resultado necessário. Aí, a partir de agora, foi feito o cadastro dele junto ao Redome, que é onde nós estamos fazendo ações para mobilizar as pessoas, para que possam realizar o cadastro junto ao doador de medula", explicou.

Diante do quadro, Heliard relata que o filho está com a imunidade extremamente baixa. Por isso, Lucas precisa permanecer em isolamento, já que qualquer infecção, mesmo simples, pode se tornar grave.

“Ele vem em seguida de imunidade muito baixa. Neutrófilos, leucócitos muito baixos. E aí, aumenta a chance dele de exposição a alguns tipos de doenças”, disse o pai.

O tempo é um fator decisivo para o sucesso do tratamento, pois quanto antes o doador for encontrado, maiores são as chances de evolução positiva.

Força de vontade

Mesmo diante da gravidade da doença e das dificuldades do tratamento, a família destaca a força de Lucas ao longo do processo.

“O Lucas é uma criança forte, que transmite essa força para nós, para que continuemos batalhando, cuidando dele e dando o suporte necessário”, ressaltou.

Fora do ambiente hospitalar, Lucas é como qualquer criança cheia de vida: apaixonado por dinossauros, carrinhos e brincadeiras em grupo.

Diante de tudo isso, o maior sonho da família para o pós-tratamento é simples e emocionante.

"O desejo maior é que ele volte para casa, para que ele volte a brincar, volte a nadar, que ele gosta de água, mas os acessos e as condições não podem se molhar. Então que ele venha para casa e viva como uma criança, indo para escola, brincando com a família... A gente está aguardando que esse momento esperançoso ocorra e a gente consiga seguir normalmente a vida dele, as projeções e os planejamentos que nós temos pra ele", contou Heliard.

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