Suspeito de matar jovem de 25 anos em Pirapozinho não confessa crime e decide só falar em juízo sobre o caso

14/11/2019 05h33 Rapaz preso temporariamente não respondeu a nenhuma pergunta feita pelo delegado responsável pelas investigações durante interrogatório na tarde desta terça-feira (12).
Por G1, Pirapozinho - SP
Suspeito de matar jovem de 25 anos em Pirapozinho não confessa crime e decide só falar em juízo sobre o caso (Foto: Cedida / Polícia)

O suspeito de matar um jovem de 25 anos, em Pirapozinho, no último sábado (9), não confessou o crime durante interrogatório com o delegado responsável pelas investigações, que ocorreu na tarde desta terça-feira (12), na Delegacia da Polícia Civil.

O possível autor do crime, de 20 anos, afirmou ainda que só falará em juízo sobre o caso.

Durante o interrogatório, que durou cerca de 1h30, o homem contou com a assistência de um advogado de defesa e se manteve calado em todos os questionamentos feitos pelo delegado.

"Ele se demonstrou muito frio e não apresentou nenhum arrependimento", acrescentou o delegado Rafael Galvão.

O suspeito será transferido nesta quarta-feira (13), para a Cadeia Pública de Presidente Venceslau, onde ficará temporariamente detido.

As investigações sobre o caso seguem em andamento.

A prisão

O rapaz de 20 anos, suspeito de assassinar um outro jovem de 25 anos, no último sábado (9), em Pirapozinho, foi preso nesta segunda-feira (11). O corpo da vítima foi encontrado boiando em uma represa às margens da Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425).

Responsável pelas investigações, o delegado Rafael Galvão informou que testemunhas afirmaram que na data do crime uma pessoa ligada à vítima a teria a chamado para ir até as proximidades da represa. Depois disso, o jovem já foi encontrado sem vida no local.

Na tarde desta segunda-feira (11), o delegado representou à Justiça pela concessão de um mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, em Pirapozinho. No local, foram encontradas uma faca, considerada a possível arma utilizada contra a vítima, e a roupa que o suposto autor vestia no dia do crime.

As diligências durante a busca do suspeito contaram com o apoio da Polícia Militar.

A morte, conforme o delegado Rafael Galvão, foi um possível "acerto de contas", tendo em vista que, de acordo com a esposa da vítima, o jovem devia R$ 700 ao suposto autor do crime, referentes ao tráfico de drogas.

Ainda foi informado pelo delegado que ambos estavam envolvidos com o tráfico de drogas.

Diante das apurações feitas pela Polícia Civil e das informações concedidas pelas testemunhas, o jovem foi preso temporariamente, por 30 dias, após mandado expedido pela Justiça.

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