Segunda fase da 'Operação Tríade' cumpre mandados de prisão preventiva em três cidades

04/05/2020 05h13 Entre os três alvos, um já estava no sistema prisional, um foi detido e outro segue foragido.
Por G1, Sandovalina - SP
Segunda fase da 'Operação Tríade' cumpre mandados de prisão preventiva em três cidades Câmara de Sandovalina foi alvo da Operação Tríade. (Foto: Mateus Tarifa / TV Fronteira)

A Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Presidente Prudente desenvolveu, no final da tarde desta quinta-feira (30), a segunda fase da Operação Tríade, com objetivo de cumprir prisões decorrentes de condenações confirmadas pela Justiça. A primeira fase da ação foi em janeiro de 2018.

Durante os trabalhos, nas cidades de Sandovalina, Pirapozinho e Mirante do Paranapanema, policiais civis cumpriram dois mandados de prisões preventivas, sendo um de reeducando já inserido no sistema prisional e o segundo contra uma moradora de Sandovalina. Ela foi encaminhada à Penitenciária de Tupi Paulista.

Há um terceiro mandado a ser cumprido. O alvo já é considerado foragido da Justiça.

Não foram informadas as identidades dos alvos.

Conforme a polícia, os documentos analisados indicam que funcionários públicos municipais afetos aos quadros da Câmara Municipal de Sandovalina relataram irregularidades na reestruturação de cargos e salários, quando passaram a receber promessas de mal injusto e grave oriundas do então presidente. Temerosos por suas seguranças, foram forçados a repassar aos seus superiores parte dos seus dividendos.

A primeira fase da Operação Tríade foi em janeiro de 2018 e contou com as participações da Polícia Civil, do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP). Na ocasião foram cumpridos mandados de prisões temporárias e de apreensões de objetos, quando foram arrecadados documentos, mídias gravadas, computadores, notebooks, pendrives e aparelhos móveis celulares nas residências dos nominados, bem como na sede da Câmara Municipal de Sandovalina.

Foi em decorrência da ação policial de 2018, que a 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo determinou as expedições de prisões preventivas, o que motivou a ação policial para localização dos investigados.

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