Com 70 comprimidos de ecstasy, mulheres são detidas durante a Operação Blonde, em Presidente Epitácio

23/06/2023 08h10 Polícia Civil também cumpriu mandados de busca e apreensão em Junqueirópolis (SP).
Por G1, Presidente Epitácio (SP)
Com 70 comprimidos de ecstasy, mulheres são detidas durante a Operação Blonde, em Presidente Epitácio .

A Operação Blonde, deflagrada nesta quinta-feira (22), cumpriu três mandados de busca e apreensão em Junqueirópolis (SP) e dois em Presidente Epitácio (SP). Durante a ação da Polícia Civil, duas mulheres, de 21 e 35 anos, foram detidas.

Conforme a polícia, a operação foi resultado de uma investigação, iniciada em dezembro de 2022, em Junqueirópolis, quando um homem, de 20 anos, foi preso e um adolescente, de 16 anos, apreendido pela prática de tráfico de drogas. Na ocasião, ambos foram localizados com maconha e crack.

Depois deste flagrante, outros suspeitos foram identificados e as buscas domiciliares foram expedidas pela Justiça.

Na residência das mulheres, a polícia localizou “uma pequena quantidade de maconha e cocaína, aparentando que tais substâncias eram destinadas ao consumo pessoal”.

“Os agentes encontraram e apreenderam cerca de mais de 70 unidades de comprimidos, com características similares à droga sintética conhecida como ‘ecstasy’. Ainda na casa, foram localizados dois aparelhos celulares e petrechos comumente utilizados para mercancia de drogas, como: balança digital e pinos plásticos, que são usados para acondicionar e fracionar, para venda da droga cocaína”, acrescentou a polícia.

Ambas suspeitas foram detidas e levadas à Delegacia da Polícia Civil, onde foram ouvidas e, posteriormente, liberadas.

“As investigações terão continuidade e, após o recebimento da conclusão do laudo pericial das substâncias encontradas, as acusadas poderão ser indiciadas pelo crime de tráfico de drogas”, concluiu a Polícia Civil.

Ao g1, o delegado Eliandro Renato dos Santos, responsável pelas diligências, explicou que as mulheres não ficaram presas, "pois o exame para detectar a natureza da substância ainda não ficou pronto e terá que ser enviado a Bauru (SP).

O nome da operação, ainda conforme Santos, faz "alusão ao nome que um dos alvos utilizava para se identificar".

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