Pescadores abandonam barco no Rio Aguapeí e fogem de abordagem policial durante a Operação Piracema

04/12/2017 07h28 - Atualizado em 04/12/2017 08h19 Homens entraram na mata ciliar e não foram identificados no trecho onde fica a cachoeira de Salto Botelho, em Lucélia.
Redação - Kako de Oliveira - Fonte: G1, Lucélia - SP
Pescadores abandonam barco no Rio Aguapeí e fogem de abordagem policial durante a Operação Piracema Pescadores abandonaram barco com motor de popa e fugiram, no Salto Botelho. (Foto: Cedida/Polícia Militar Ambiental)

A Polícia Militar Ambiental apreendeu um barco, apetrechos de pesca e peixes capturados irregularmente no Rio Aguapé, em Lucélia, em três ocorrências distintas registradas pela Operação Piracema, com fiscalização aquática, no trecho onde fica a cachoeira de Salto Botelho.

No primeiro caso, o patrulhamento avistou uma embarcação com dois ocupantes que ao perceberem a aproximação da equipe, abandonaram o barco com o motor ligado e engatado. Os pescadores pularam no rio e entraram na mata ciliar, por onde fugiram, sem ser encontrados nem identificados pela polícia.

Dentro do barco havia 22 anzóis de galho, um cadeado com chave e um tanque de combustível de ferro. Também estavam no local, dois peixes: um pintado com 1,20 metro de comprimento e 12 quilos e um piau com 15 centímetros de comprimento e 500 gramas.

Como a pesca está proibida no Rio Aguapeí, conforme determinação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), todos os materiais foram apreendidos. Como estavam vivos, os peixes foram soltos no habitat natural.

Na segunda ocorrência, os policiais abordaram um homem que praticava a pesca com a utilização de redes e tinha em posse um peixe da espécie curimbatá. Ele recebeu um auto de infração ambiental com multa no valor de R$ 730, por pescar no período proibido da piracema.

As redes foram apreendidas e o peixe, como estava morto e impróprio para o consumo, acabou eliminado.

No terceiro caso, os patrulheiros recolheram dez anzóis de galho e duas redes de nylon com sete metros de comprimento por 1,20 metro de altura e malhas de 100 milímetros, devido à proibição da pesca no Rio Aguapeí.

Todas as ocorrências serão apresentadas à Polícia Civil via ofício.

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